O trunfo das castas autóctones do Alto Douro


Se o azeite representa 25% da faturação, é no vinho que está a fatia de leão do negócio. Também aqui o respeito pela tradição vínica do Alto Douro é um traço distintivo da oferta desta Casa Agrícola. Celso explica que “os vinhos da CARM são vinhos do Douro Superior e nunca quiseram que fossem outra coisa. Nós trabalhamos só com castas autóctones aqui da zona.”

 

Ainda assim, têm vindo a fazer algumas experiências de inovação curiosas, recuperando castas meio esquecidas como a Touriga Brasileira, a Tinta Francisca, entre outras, procurando encontrar vinhos mais compatíveis com o gosto internacional.

Se o azeite representa 25% da faturação, é no vinho que está a fatia de leão do negócio. Também aqui o respeito pela tradição vínica do Alto Douro é um traço distintivo da oferta desta Casa Agrícola. Celso explica que “os vinhos da CARM são vinhos do Douro Superior e nunca quiseram que fossem outra coisa. Nós trabalhamos só com castas autóctones aqui da zona.”

Ainda assim, têm vindo a fazer algumas experiências de inovação curiosas, recuperando castas meio esquecidas como a Touriga Brasileira, a Tinta Francisca, entre outras, procurando encontrar vinhos mais compatíveis com o gosto internacional.

Celso explica que “é preciso não esquecer que nós estamos no Douro, mas o mundo é o mundo e o comprador está em todo o mundo”. “Portugal não tem capacidade de impor uma marca de repente (…) temos de dar ao cliente o que ele quer, dentro da melhor qualidade possível e sem perder a nossa própria personalidade.”

Definida a estratégia, a meta traçada passa por continuar a crescer. Em 2004 foi construída uma nova adega, com tecnologia de topo, para os processos de produção, estágio e engarrafamento. O investimento não ficará por aqui. Com o início de uma nova ampliação da adega, em 2012, “vamos duplicar a capacidade inicial para um milhão e duzentas mil garrafas”, uma velocidade de cruzeiro que, segundo Celso Madeira, poderá ser atingida dentro de dois a três anos.